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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

DEFENDENDO NOSSA FÉ,TEMOS A OBRIGAÇÃO DE ESTAR PREPARADOS...

Você consegue responder questionamentos de seitas, falsas religiões e de ateus militantes? E não só respondê-los mas também mostrar as incoerências das crenças deles?

Estejam preparados para responder a todo aquele pedir razão para esperança que há em vós - 1 Pedro 3:15.

Saber explanar a fé cristã é um mandamento bíblico. A existência de Deus, veracidade da Bíblia e ressurreição de Cristo são alguns assuntos importantíssimos que o cristão tem que saber discutir. E aí, como você tá?

 A defesa da fé cristã é uma necessidade. Estamos preparados? Estamos preocupados com a voz cristã no espaço público? Ou simplesmente achamos que o nosso cristianismo é algo a ser guardado em um armário? Estamos sendo luz do mundo ou uma lâmpada escondida debaixo da cama? Em tempos de secularismo e desprezo pela verdade de Cristo como único Salvador e Senhor devemos estar mais do que preparados para essa batalha.

1. Ok! Defenderei a fé cristã. Mas eu tenho fé em Deus?

1.1. Como eu poderei defender aquilo que não tenho? Como defendei aquilo que não acredito? Como defenderei aquilo que eu não amo? Por isso, Pedro escreveu: “antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração”.

1.2 O que significa “santificar a Cristo em nosso coração”? Significa glorificá-lo, honrá-lo e adorá-lo.

1.2.1 “Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino” [Lucas 11.2]

1.3 Glorificar a Deus “com o coração” vai além de uma adoração de lábios. É uma atitude sincera em reconhecer Cristo como Senhor. É o dever de satisfazer-se em Deus.

1.3.1. “Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim”  [Mateus 15.8]

1.4 Glorificar a Deus com o coração é deleitar-se nele. O nosso dever é alegra-se no Senhor. Servir ao Senhor não é fardo, mas verdadeiro prazer.

1.4.1. “Deus é mais glorificado em mim quando sou mais satisfeito nEle” [John Piper].

1.4.2 “Deleite-se no Senhor” [Salmos 37.4] é um mandamento. A palavra hebraica עָנַג (anog) pode ser traduzida por “prazer” e “brincadeira”. É como se o salmista dissesse: “Divirta-se no Senhor” ou “Tenha prazer no Senhor”. Você já pensou que servir ao Senhor pode ser uma grande e prazerosa brincadeira?

2. “Estejam preparados para defender”.

2.1 É nosso dever estar preparado para expor a fé cristã. Logo porque sempre existirá pessoas procurando saber sobre a nossa fé.

2.2. O preparo demanda conhecimento da fé que se professa.

2.3 O verbo “defender” é ἀπολογίαν (apologian) é a mesma palavra usada para referir-se a uma defesa no tribunal.

3. “A qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós”

3.1 Fica claro nessa frase que a fé genuína chama a atenção e desperta a curiosidade das pessoas.

3.2. “Santificamos a Deus diante dos outros quando nos comportamos de tal maneira que convida e encoraja outros a glorificá-lo e honrá-lo”. [Matthew Henry]. A Bíblia relata: “Moisés então disse a Arão: "Foi isto que o Senhor disse: ‘Aos que de mim se aproximam santo me mostrarei; à vista de todo o povo glorificado serei’ ". [Levítico 10.3]

4. “Com mansidão e temor”

4.1 A defesa da fé não é ataque da fé.

4.2 πραΰτητος (prautētos) significa “mansidão, gentileza, doçura e suavidade". A defesa da fé deve ser feita com doçura (não amargura), gentiliza (não indelicadeza) e suavidade (não com agressividade).

4.3 A defesa da fé ainda deve ser feita com respeito [φόβου phobou ] e reverência. Essa reverência é em relação ao inquiridor.  

4.4 O comportamento do defensor é tão importante quanto a sua argumentação.

Conclusão

A defesa da fé cristã vai além de mera argumentação. É a defesa com a vida, com as palavras e com respeito. É a defesa com a glorificação de Deus no interior.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

GOVERNO ECLESIASTICO:HÁ TENTAÇÕES EM TODOS OS MODELOS...


Sempre, na história das controvérsias cristãs, houve um luta para saber qual era o modelo de governo eclesiástico mais bíblico. O fato é que todos os modelos de governos eclesiásticos (congregacional, episcopal e presbiteriano) se baseiam no Novo Testamento. O episcopal concede o poder para o seu pastor ou bispo, o presbiteriano concede poder aos presbitério da igreja e o congregacional concede poder aos seus membros ou a um conselho de irmãos reunidos.
Há tentações em todos os modelos. O episcopal pode concentrar um poder tão grande na mão do pastor, que ele se torna uma pessoa acima da crítica e não prestas contas a igreja. O presbiteriano pode criar uma elite dentro da congregação ou denominação, pois um pequeno grupo decide sobre os demais. O congregacional pode minar a autoridade do pastor local. Portanto, não temos como definir um modelo eclesiástico mais bíblico, pois todos tem pontos fortes e fracos.
A Assembléia de Deus começou com um modelo congregacional bem definido, aja vista a herança eclesiológica batista, que é congregacional. O modelo congregacional fica bem claro nas palavras do pastor assembleiano Alcebiades Pereira dos Vasconcelos, no Mensageiro da Paz, nº 10, de 1959:
No nosso entender, a igreja cristã biblicamente entendida, governa-se a si mesma, mediante o sistema democrático em que todos os seus membros livremente podem e devem ouvir e ser ouvidos e ser ouvidos, votar e ser votados, conforme a sua capacidade pessoal de servir(…) A igreja cristã, à luz do Novo Testamento, é uma democracia perfeita, em qual o pastor e seus auxiliares de administração (tenham as categorias ou denominações que tiverem) não dominam, pois quem domina sobre ela é Jesus, por mediação do Espírito Santo, sendo o pastor apenas um servo que lidera os trabalhadores sob guia do mesmo Espírito Santo; e, neste caso, é expressa e taxativamente proibido ter domínio sobre a igreja. I Pedro 5.2,3. [1]
Os pentecostais clássicos sempre tiveram uma tendência para a democracia na igreja, um modelo em que a congregação tinha voz, o teólogo Myer Pearlman deixa bem claro essa posição:
As primeiras igrejas eram democráticas em seu governo- circunstância natural em uma comunidade onde o dom do Espírito Santo estava disponível a todos , e onde toda e qualquer pessoa podia ser dotada de dons para um ministério especial. É verdade que os apóstolos e anciãos presidiam às reuniões de negócios e à seleção dos oficiais; mas tudo se fez em cooperação com a igreja (Atos 6.3-6; 15.22, I Co 16.3, II Co 8.19, Fp 2.25). E Pearlman completa: Nos dias primitivos não havia nenhum governo centralizado abrangendo toda a igreja. Cada igreja local era autônoma e administrava seus próprios negócios com liberdade. [2]
No decorrer do tempo, a Assembléia de Deus, não deixando de ser congregacional, passou a mesclar com o modelo episcopal e presbiteriano. Hoje, é comum a figura o pastor-presidente, um verdadeiro bispo regional. Nas Assembléias de Deus há traços do modelo presbiteriano, com as convenções ou concílios regionais e nacionais (CGADB e Conamad). A Assembléia de Deus, portanto, não tem um modelo eclesiástico puro. O Rev. Antônio Gouvêa Mendonça, comenta em relação a Assembléia de Deus:
Seu sistema de governo eclesiástico está mais próximo do congregacionalismo dos batistas por causa da liberdade das Igrejas locais e da limitação de poderes da Convenção Nacional. Todavia, a divisão em ministérios regionais semi-autônomos lembra um pouco o sistema presbiteriano.[3]
Alguns fatos interessantes: em cidades do interior, as Assembléias de Deus são bem congregacionais, pois a igreja em constantes assembléias, decidem o rumo da congregação juntamente com o pastor. As igrejas AD da capital são normalmente divididas em setores, com a figura presente do pastor-presidente, sendo mais um modelo episcopal. Mas as congregações das cidades interioranas e da metrópole estão sujeitas a convenção estadual e nacional, semelhante aos supremos concílios presbiterianos.
A Assembléia de Deus foi influenciada por várias denominações, desde de sua eclesiologia até a sua teologia. Exemplo dessa mistura esteve nas palavras do pastor Thomas B. Barrat, de Oslo, Noruega em 1914, que disse: “Com respeito à salvação, somos luteranos. Na forma do batismo pelas águas, somos batistas. Com respeito à santificação, somos metodistas. Em evangelismo agressivo, somos como o Exército da Salvação. Porém, com respeito ao batismo com o Espírito Santo, somos pentecostais!”
O lamentável é o fato de muitas igrejas Assembléia de Deus aderindo a um modelo episcopal, abandonado a tradição congregacional. Mais o modelo episcopal, hoje adotado não é o mesmo dos metodistas ou anglicanos, mas sim das igrejas neopentecostais, onde a figura do líder é centralizadora, um modelo episcopal levado ao extremo.
Referências Bibliográficas:
01.ARAÚJO, Isael de. Dicionário do Movimento Pentecostal. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. p 338.
02. PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. 8 ed. São Paulo: Vida, 1984. p 225.
03. MENDONÇA, Antônio Gouvêa e FILHO, Prócoro Velasques. Introdução ao Protestantismo no Brasil. São Paulo: Edições Loyola, 1990. p 51
Autor: Gutierres Siqueira, publicado no Blog Logos News.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Ensine princípios cristãos aos seus filhos, antes que o mundo os corrompa.

As Crianças de Hoje em Dia

R. C. Sproul Jr. 08 de Agosto de 2013 - Família
Há uma coisa curiosa sobre a decadência moral — ela pode acontecer bem lentamente. O fato não é que você irá tornar-se rapidamente imoral, se você não tiver freios morais, mas sim que você irá tornar-se imoral um dia. A decadência moral que acontece lentamente é tão prejudicial quanto aquela que acontece de forma rápida.
Considere a música que os nossos filhos ouvem. Estou quase certo de que meus avós ficaram bastante preocupados com os seus filhos quando dançaram o que hoje consideramos a música “positivamente limpa” de Elvis. Entre as gerações, vieram os Beatles, que tocavam vestidos em ternos e cujos cabelos estilo moptop eram mais de malandros que de rebeldes. No momento em que eu liguei o rádio, meus pais se opuseram às letras sugestivas do Aerosmith ou Red Hot Chili Peppers. Atualmente, não há mais nenhuma música sugestiva, porque “sugestivo” implica uma medida de sutileza.
Chegamos aqui não porque dormimos durante a travessia do Rubicão 1. Ao contrário, insistimos que, porque os nossos avós se opuseram desnecessariamente (em comparação aos nossos pais), nossos pais devem ter se oposto desnecessariamente (contra nós) e, portanto, precisaríamos recusar a nos opor desnecessariamente aos nossos filhos, sabendo que os filhos deles serão muito piores. Chegamos ao ponto de esperar e aceitar a rebeldia— através da música e a rebeldia moral— como parte normal do crescimento. Alguns pais começam até a se preocupar quando seus filhos não se rebelam.
Tudo isso é prova de que, mesmo na igreja, nós aceitamos mais sugestões da cultura do mundo do que da Palavra de Deus. Tire um momento e busque em sua concordância bíblica a palavra adolescente. Tente a palavra adolescência. Pesquise por lacuna entre gerações. Veja se você consegue encontrar cultura jovem. Nem as palavras, nem os conceitos estão ali. Elas não são categorias bíblicas. Esses elementos destrutivos comuns em nossos lares devem nos sugerir que estamos fazendo algo de errado.
No entanto, reprimir não é o suficiente. Ou seja, não foi mera permissividade que nos colocou nesta confusão. O problema é mais profundo. Não é que não estamos lidando da forma correta com os jovens, mas é que ainda admitimos a existência da juventude. A Bíblia reconhece com alegria a realidade das crianças. Afirma a existência dos adultos. O que ela não faz é aceitar algo entre eles.
A Bíblia, em nenhum lugar, afirma a existência de uma cultura jovem, porque, em toda ela, somos encorajados a abraçar uma cultura diferente – aquela do Reino de Deus. Quando Paulo nos exorta a criar nossos filhos na instrução e admoestação do Senhor (Efésios 6:1), a raiz da palavra grega instrução, traduzida em nossas Bíblias, é paideia. Ela comunica a noção de cultura. Isso inclui convicções compartilhadas, linguagem compartilhada e hábitos do coração compartilhados.
Quando os meus filhos mais velhos ainda eram pequenos, minha esposa e eu trabalhamos para nos certificar de que a identidade deles estava em Cristo, em nossa identidade compartilhada como família que, como a de Josué antes de nós, serviria ao Senhor. Eu incuti isso em meus filhos, em parte, através de algumas liturgias familiares básicas. Enquanto Hollywood e Madison Avenue buscavam que minha filha visse a si mesma em conformidade com o seu grupo social, eu queria que ela visse a si mesma à luz de seu Salvador. Então, ensinei a ela, quando eu perguntava o seu nome, essa pergunta - resposta: Eu—“Darby, quem são os Sprouls?”. Darby—“Os Sprouls são livres”. Eu—“E a quem os Sprouls servem?”. Darby—“Os Sprouls servem ao Rei Jesus”. Eu—“A quem os Sprouls temem?”. Darby—“Os Sprouls não temem homem nenhum; os Sprouls temem a Deus”.
Darby não é mais uma menininha, e um dia provavelmente não será mais uma Sproul. Mas, de fato, a minha filha é uma flecha na minha aljava. Porque a sua identidade está em Cristo e não em seu grupinho social, ela gasta menos tempo andando no shopping e mais tempo proclamando Jesus do lado de fora da clínica de aborto da nossa cidade. Porque a sua identidade está em Cristo, ela vê seu pai não como um velho rabugento, mas como o homem que a ama plenamente. Ela está ligada ao princípio de buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça, porque essa é a nossa vocação.
Talvez o que há de mais lindo em minha filha é que ela não só serve, mas também ama o seu pai, seu irmão, suas irmãzinhas e seus dois irmãos menores, que têm sete e três anos de idade. Ela interage com alegria com jovens e idosos, porque ela ama todos os santos e não apenas aqueles que compartilham seu senso para moda ou gosto musical.
Nathan Hatch uma vez expôs a infiltração de ideais americanos peculiares na igreja em seu grande livro “The Democratization of American Christianity” [A Democratização do Cristianismo Americano]. Em nossos dias, estamos testemunhando a divisão demográfica do cristianismo americano. Na melhor das hipóteses, estabelecemos programas com base na idade, sexo e situação de vida. Na pior das hipóteses, temos uma igreja sob medida para fãs de música country e Mountain Dew em um lugar, e uma igreja sob medida para os fãs de jazz e Starbucks em outro lugar. Estamos dividindo o que Cristo uniu, somos os Coríntios, só que nós dividimos a igreja pelo gosto e não pela renda.
Jesus, no entanto, faz de muitos um. Nós somos uma família, um pão, um só corpo, uma cultura, um amor. Será que a cultura do mundo seria capaz de dizer sobre a nossa cultura: “Oh, como eles se amam”?
1 - N do E: Atravessar o Rubicão significa tomar uma decisão arriscada, de maneira irrevogável. Esse termo é uma referência ao evento ocorrido na história romana, em 49 a.C., quando o imperador Julio César levou seus soldados a atravessarem o Rio Rubicão, situado ao norte da Itália, em perseguição a Pompeu, violando, assim, a lei da época que proibia essa travessia por qualquer autoridade romana acompanhada de sua tropa, já que isso poderia representar riscos ao poder central do império romano.

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 Por: R. C. Sproul Junior. Extraído do site www.ligonier.org. © 2013 Ligonier Ministries. Original: Kids These Days Este artigo faz parte da edição de Março de 2013 da revista Tabletalk sobre “Uma Cultura Fascinada pela Juventude”.
Tradução: Isabela Siqueira. Revisão: Renata do Espírito Santo – © Ministério Fiel. Todos os direitos reservados.


quinta-feira, 24 de setembro de 2015

O RELATIVISMO TOTAL DESTROI A ÉTICA CRISTÃ...



A igreja hoje, em uma expressiva quantidade de denominações, existe para atender à demanda de seu público. Não dão o que o povo precisa ouvir, mas sim o que o povo deseja ouvir. Os homossexuais não têm igreja para ir? Ora, façamos uma para eles! Está pobre? Deus vai te dar riqueza! Está doente? Deus vai te curar! Tá andando de fusca velho? Deus vai te dar uma Ferrari! Para estas mentes terrenas e carnais o Deus altíssimo todo poderoso, juntamente com todas as legiões de anjos, nas hostes celestiais, existem para satisfazer as suas necessidades terrenas e imediatistas.

          Onde foi parar o “negue-se a si mesmo tome sua cruz e siga-me?”(Mat16:24), o “a vida de qualquer um não consiste na quantidade de bens que possuem”(Luc12:15), “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males”(ITM6:7), “considere o próximo maior do que você!”(Fil2:3). Onde estão as perseguições por sermos cristãos?(IITM3:12) Não seria o nosso cristianismo socialmente aceitável? E, em um mundo que jaz no maligno (IJo 5:19) , não seria aceitável por satisfazer, em sua doutrina, nossos anseios carnais em detrimento dos espirituais?(Col2:8) Quantos quilos tem pesado essa cruz que vem sendo pregada? Aliás, onde foi parar a cruz de Cristo? E ouso mais: Onde foi parar Cristo nas igrejas hoje em dia? Verdadeiros comerciantes a artistas da fé têm tentado misturar Deus e o mundo como quem tenta, inutilmente, misturar água e óleo. 
Todo homem de negócios sabe que os relativistas filosóficos deixam seu relativismo à porta quando vão ao banco e lêem a linguagem do contrato que estão para assinar. As pessoas não abraçam o relativismo porque ele é filosoficamente satisfatório. Elas o abraçam porque ele é física e emocionalmente satisfatório. Provê a cobertura que elas necessitam em momentos cruciais de sua vida, para fazerem o que querem sem a intromissão dos absolutos.
Isso é o que vemos nos principais sacerdotes e nos anciãos. Eles não se preocupavam com a verdade. Preocupavam-se com sua vida. Portanto, usaram as criadas da verdade dadas por Deus – o pensamento e a linguagem e prostituíram-nas como servas de autoproteção. Racionaram uma maneira de escapar e usaram a linguagem para evitar vergonha e ferimentos. Auto-engrandecimento é a raiz mais profunda do relativismo.
ESSES ATOS DESTROEM A ÉTICA CRISTÃ POIS FAZEM DO EVANGELHO UMA GANGORRA PARA ALAVANCAR SEUS PRÓPRIOS CAPRICHOS,SEJAM ELES PROFISSIONAIS,ETS...
--TEMOS QUE LEVAR O EVANGELHO DO JEITO QUE ELE É,OS ANTIGOS SACERDOTES CONHECIAM A PALAVRA MAS USAVA PARA SEU BENEFICIO PRÓPRIO;JESUS FOI O MAIOR COMBATENTE DO RELATIVISMO...
GRAÇA E PAZ.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

CONJECTURANDO,DEUS-HOMEM!!!DEUS-SOBERANO!!!NOSSA MENTE É LIMITADA...

Às vezes... acho que só às vezes, confundimos o Amor de Deus (que é o próprio Deus, assim como a Justiça, a Verdade etc) com o "amor" humano.

O homem para amar, necessariamente precisaria ceder (o que nem sempre acontece no amor humano). Deus, também demonstrou isso, quando esmagou Jesus na Cruz. O cálice que Jesus bebeu (e nenhum de nós seria capaz de provar), mostrou o Seu Grande Amor... revelado na Cruz, vergonhosa cruz onde hoje nos gloriamos.

Mas Deus não cede. Deus não muda os seus desígnios pelo homem. Deus não mudou Sua natureza pelo homem. Ele é e sempre será. Ainda como homem ele era Deus... por isso mesmo não pecou. Ele podia o que nenhum homem pode.

Adjetivar Deus de déspota, não é nenhum equívoco, embora o termo esteja ultrapassado na sociedade ocidental. Assim como ser escravo... é odiento chamar alguém de escravo, mas é assim que Paulo se descreve.. e para a escravidão à Verdade que ele convida as igrejas em suas cartas.(embora sejamos escravos livres) ou servos.

Existe uma aversão natural no homem de não aceitar que Deus se Ira, por exemplo. Então deveríamos suprimir os primeiros capítulos de Romanos... o livro de Apocalipse?

Por este mesmo motivo, atrás desse Deus que se "arrepende", que os pastores da teologia liberal extinguiram o inferno. E o céu... bem, ele pode ser aqui na terra... bem semelhante a teologia da prosperidade... bem semelhante.

Deus não é homem para sentir como homem. Mas Ele é conhecedor de nossa estrutura. O problema dessa teologia não é dizer que "Deus é Amor" (de fato ele é) é dizer que Deus ama como nós humanos amamos...
-FALANDO FRANCAMENTE,NOSSA MENTE É MUITO LIMITADA PARA TENTAR ENTENDER POR COMPLETO UM DEUS INFINITAMENTE SUPERIOR,POR ISSO USAMOS NOSSA FÉ...
graça e paz.

DEUS É AMOR E JUIZ,ENTENDA...

uma irmã me repreendeu dizendo:
para de ser teólogo demais!!!Não acho que a visão de um Deus despótico e onipotente corresponda à imagem de Jesus na cruz, onde penso que Deus revelou de forma clara a sua verdadeira natureza, repetida depois nas escrituras de que "ele é amor".

Como o amor tudo espera, tudo crê, tudo suporta, sei que Deus é onipotente, mas seu poder não reside em força, mas justamente no amor.

Isso não é demérito, nem fragilidade e tampouco "feminino", mas é a única força capaz de realmente implantar o Reino de Deus.

Não custa lembrar que Deus experimentou sim as limitações, o verbo se fez carne, deixou de ser Deus para ser também homem.

portanto creio em um Deus que ama tanto, que prefere abrir mão de parte do seu poder, desde que isso permita estar próximo de sua criação.

---RESPOSTA:em parte você está certa mas...
 Você falou muito sobre o Jesus encarnado, e esqueceu daquele que, após sua kenósis (esvaziamento da encarnação) foi exaltado e recebeu nome que é sobre todo nome, e diante do qual todo joelho se dobrará.

A visão do Cristo encarnado realmente revela amor, mas também revela a justiça de Deus, porquanto o castigo dos nossos pecados caiu sobre ele.

A visão da cruz, além de revelar o amor de Deus, revela também a dimensão da sua justiça e santidade. Aquele que moeu o próprio filho na cruz, e se agradou em moê-lo (sim, isso está em Isaías), também moerá os ímpios e os pisará no dia do juízo.

Por isso, nunca é demais enfatizar que precisamos de equilíbrio. Eu preciso da empatia do Cristo encarnado e do poder do Cristo ressuscitado. Nao posso dicotomizá-los, porque ambos são um só! Além disso, não existe isso de que "seu poder reside no amor", como se o poder fosse um atributo menor e que depende do outro. Nele, justiça e amor, bondade e severidade se unem de modo justo e perfeito.

Seu amor não é maior que sua justiça, nem que seu poder. Lembre disso...
REPITO:PRECISAMOS DE EQUILÍBRIO!!!!!!!!

Graça e Paz.

COMO DEVE SER NOSSO RELACIONAMENTO PERANTE A UM DEUS PODEROSO,PERFEITO E IMUTÁVEL...

Em tudo quanto possa aplicar sua mão ou sua mente, o homem deve estar “[...] constantemente posicionado diante da face de seu Deus, está empregado no serviço de seu Deus, deve obedecer estritamente seu Deus, e acima de tudo, deve objetivar a glória de seu Deus.” 

. Deus é glorificado pela graça especial que derramou sobre os eleitos, mas da graça comum que fez cair sobre cada objeto de sua criação, esta mesma glória lhe resplandece e lhe é atribuída.
 
Por fim, Seu caráter deveria ser soteriológico, isto é, deveria nascer, não de nossa natureza caída, mas do novo homem, restaurado pela palingênesis ao seu padrão original.” O homem foi criado com uma religião pura, mas devido a Queda assumiu um estado anormal e imperfeito de religiosidade e, por isso,  encaro a religião a partir de um caráter soteriológico, entendendo a necessidade de “Regeneração, para uma verdadeira existência; e secundariamente, a necessidade de Revelação, para clara consciência.” 
. Somente por meio deste caráter soteriológico, a religião retoma seu padrão original, que está muito além do padrão estabelecido pelas demais cosmovisões. 
---
Ora, meu amigo, o Deus da bíblia em nada se compara a essa pseudo-divindade humanista, e com o perdão da palavra, um deuzinho chulé, feito sob medida para filósofo ateu. O Deus bíblico é despótico, soberano, onipotente, onisciente, cheio de glória. Ele também é criador, sustentador, provedor e governador deste universo, e nenhuma coisa escapa ao seu absoluto controle; nem mesmo aquelas que as vezes não entendemos. Ele não se abriu a nenhum futuro desconhecido: Ele sabe o fim desde o começo e executa a sua vontade!
Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade; que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim. Que anuncio o fim desde o princípio, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O meu conselho será firme, e farei toda a minha vontade. - Isaías 46.9-10
SIMPLIFICANDO:TEMOS QUE NASCER DE NOVO E SEMPRE ESTAR NAS MÃOS DO OLEIRO,SÓ ASSIM CONSEGUIREMOS O OBJETIVO DA ESTATURA DE UM VARÃO PERFEITO...
graça e paz. 



Kuyper (2003):

AS CARTAS PASTORAIS SÃO LIÇÕES QUE DEVEM SER SEGUIDAS.



As cartas pastorais de Paulo são autênticos manuais eclesiásticos para as igrejas cristãs tanto em seus primórdios, quanto para os tempos atuais.
As cartas pastorais (1 e 2 Timóteo e Tito) são orientações práticas do veterano apóstolo aos seus filhos na fé, Timóteo e Tito, ensinando-lhes a maneira certa de agirem à frente da igreja de Deus, como representantes do apóstolo e pastores do rebanho.
As Epístolas Pastorais trazem princípios práticos que orientam a igreja acerca do modo correto de proceder diante dos perigos externos e dos conflitos interiores. Muitas igrejas são assediadas por falsos mestres e assaltadas por falsas doutrinas. Outras têm suas energias drenadas em intérminos conflitos internos, que tiram o foco da igreja de sua verdadeira missão, que é adorar a Deus e fazer a sua obra.

John Stott alerta para o fato de estarmos vivendo sob a avassaladora influência da pós-modernidade, com seu subjetivismo e pluralismo, em que as pessoas têm aversão pela verdade e rejeitam peremptoriamente a concepção e até mesmo a possibilidade de existir verdade absoluta. Nesse contexto de relativismo doutrinário e moral, é maravilhoso entender que Paulo ordena a Timóteo e a Tito nada menos que dez vezes para ensinar às igrejas a sã doutrina, ou seja, a verdade absoluta (cf 1Tm 3:4; 4:6,11,15; 5:7,21; 6:2,17; Tt 2:15; 3:8).

Sem dúvida, as Epístolas Pastorais são absolutamente oportunas e contemporâneas. Elas são totalmente necessárias ainda hoje.
Porque a classe pastoral está em crise. Há muitos pastores perdidos e confusos no ministério. Alguns estão cansados da obra e na obra (Gl 6.9), enquanto outros vivem na indolência sem se afadigar na Palavra (1Tm 5.17), sem vigiar o rebanho dos aleivosos perigos (At 20.29,30), sem apascentar com conhecimento e inteligência o povo de Deus (Jr 3.15).
O apóstolo Paulo foi um homem iluminado pelo Espírito Santo, e seus escritos devem ser considerados oráculos de Deus. A única função que os líderes da Igreja têm, hoje, é ensinar o que foi fornecido e selado nas Escrituras Sagradas.
Voltemos ao evangelho puro e verdadeiro...
Graça e paz.

terça-feira, 22 de setembro de 2015

CRITICAR O EVANGELHO ATUAL OU FICAR CALADO,EIS A QUESTÃO...

QUANDO CRITICAMOS ESSE EVANGELHO DE HOJE ESCUTAMOS ESTAS DUAS RESPOSTAS:
“OS VERDADEIROS CRISTÃOS ESTÃO NAS RUAS (…) NÃO PERDENDO TEMPO EM ESTATOS E EM CRÍTICAS“.
 “O tempo que você perde criticando, é o mesmo que poderia estar edificando”.

- O que é interessante nesse debate é que a “famigerada” crítica é apontada como algo menor, pecaminoso, diabólico; e os críticos, naturalmente, só podem ser pessoas mal-intencionadas, frustradas, “recalcadas”, que não ajudam em nada. O tom dos comentários deixa claro que, aos olhos de muitos, ser crítico, ou seja, ter senso crítico no universo cristão, é desqualificador, sintoma de inveja, de apatia, de inoperância ou de qualquer coisa do gênero. Quando, em sua raiz etimológica, criticar significa uma atitude nobre: pelo dicionário, “criticar” significa “analisar, fazer uma apreciação”, “examinar com atenção”).

Aliás, “examinar com atenção” (sinônimo, segundo o dicionário, de “criticar”) é exatamente o que os crentes de Bereia faziam e que lhes mereceu o seguinte elogio de Lucas em Atos 17.11: “Os bereanos eram mais nobres do que os tessalonicenses, pois receberam a mensagem com grande interesse, examinando todos os dias as Escrituras, para ver se tudo era assim mesmo“. Sim, os bereanos foram chamados de “nobres” por serem muito críticos. Que coisa…
O que o cristão crítico que critica quem critica talvez não saiba é que, no caso do Cristianismo, se não fosse a crítica, a banda séria e sólida da Igreja hoje talvez nem existisse. Os críticos vêm ajudando a manter a doutrina sã ao longo dos séculos, a preservar a ortodoxia cristã e a purgar os erros cometidos pelo meio da jornada. E mais: se você desmerece alguém por ser crítico, lamento informar, você está desmerecendo o próprio Deus.  Se crítica é algo diabólico, como Deus pode ser crítico?”. Vamos então aos fatos. passemos a palavra ao testemunho das Escrituras e da História:

NA BÍBLIA
Deus Pai é logo de cara o primeiro a fazer inúmeras criticas relatadas nas Escrituras. Em Gênesis 3, Ele critica Adão, Eva e até Satanás por suas atitudes. Depois critica Caim pela morte de Abel. Em Gn 6.3, o Criador critica a humanidade e a chama de “carnal”. Os séculos passam e Deus segue criticando. A crítica que Ele faz aos habitantes da Terra no episódio do Dilúvio dispensa comentários. Na ocasião do Êxodo, o Todo-Poderoso disse que seu próprio povo eleito, Israel, era formado por gente de “dura cerviz”, ou seja, “teimosa”, “intransigente”. Também mandou seus profetas criticarem atitudes de sacerdotes, reis, religiosos, homens e mulheres comuns. Alguém que conheça um pouquinho de Bíblia verá que Jeová, o Construtor do universo, criticou muito – em especial os desobedientes. E aí eu penso nas palavras do telepastor: “Você conhece alguma obra de crítico? 

Você conhece alguma coisa que crítico construiu?”. Hmmm…o universo, talvez?
Os profetas, então, eram críticos em tempo integral. Jeová mandava um recado e lá ia uma crítica a Jezabel, Davi ou qualquer outro que estivesse em pecado ou cometendo erros. Natã não usou meias-palavras ao criticar o que Davi fez com Urias e Bateseba. Elias dava boas cajadadas. Imagine então Eliseu, que tinha porção dobrada. Sim, o ofício profético no Antigo Testamento fazia do profeta um crítico perene. Estão aí Isaías, Jeremias, Ezequiel, Daniel e outros que não me deixam mentir. E o maior dos homens nascidos de mulher (Mt 11.11), João Batista, era tão crítico que Herodias disse a sua filha que pedisse a Herodes a cabeça do profeta, de tanto que ser criticada lhe incomodava (aliás, uma atitude muito comum a quem é criticado: pedir a cabeça de quem o critica).
Então penso em tudo o que os profetas fizeram a mando de Deus  e me voltam à mente as palavras do telepastor: “quem critica não faz nada”E me pergunto: será mesmo que argumentos como “você não faz nada, só critica” têm fundamento? Pois a crítica em si, do ponto de vista bíblico, já é fazer muita coisa! Ou “enquanto eles estão lá fazendo a obra você só sabe criticar”, pois muitas e muitas vezes uma crítica bem feita e bem posta pode gerar muitos frutos para o Reino de Deus.

- Ser bereano é ser cauteloso com as coisas de Deus e não se deixar levar pela emoção é analisar antes de tomar qualquer posicionamento,Só crescemos com o famoso feedback!!!

- Os reformadores, da mesma forma que os profetas perceberam o quanto a igreja estava desvirtuada da palavra de Deus. E, guiados pelo Espírito Santo, mudaram os rumos da igreja.

----SE RECLAMAM DE MIM PELAS CRÍTICAS,LEMBRE-SE QUE DEUS NÃO CRITICA,ELE APONTA O ERRO E SE NÃO CORRIGIDO ELE PUNE...
graça e paz.

O MUNDO ESTÁ PERDENDO A FÉ...

AS PROFECIAS ESTÃO SE CUMPRINDO A UMA VELOCIDADE ENORME NESSES ÚLTIMOS ANOS...
Como é impressionante que várias profecias ou revelações escritas há dois mil anos, sejam tão atuais. Isso é um fato da tremenda veracidade da Palavra de Deus anunciando a sua volta em glória para buscar seus filhos que não pertencem a esse mundo que jaz no maligno (1 João 5.19).
O amor se esfriando de quase todos! Isto é escrito para o crente que deixa de acreditar e desiste de caminhar com Jesus por achar que Ele está alheio aos acontecimentos dentro e fora de sua Igreja. Quero lembrar que não há nada mais importante para Deus do que o seu povo, ou seja, somos filhos de Deus formando assim a Noiva (Igreja) de Cristo.
Escândalos acontecendo constantemente e até parecendo normais nos dias atuais, e vemos que o caráter corrompido se defende com argumentos distorcidos e mentirosos em relação a  veracidade bíblica. Porém passarão céus e terra, mas a palavra de Jesus não passará (Marcos 13.31).
Temos que voltar ao primeiro amor e isso é uma tarefa diária, vigiar para não cair, para não entrar em tentação – Não se esfriar no amor. Não se alicerçar em pessoas e sim reter o que é bom, imitar atitudes que louvam a Deus, porém o erro pode acontecer com qualquer ser humano e isso nunca poderá ser motivo para eu desistir de caminhar com Cristo. Jesus nunca nos decepcionou.
Diz a Bíblia que uma grande maioria se esfriará na aliança com Deus – sem amor, sem aliança. Jesus disse que quando Ele voltar será que encontraria fé no mundo? (Lucas 18.8). O amor é o que sela sacrifícios, pois sem amor de nada vale.
UMA DAS CAUSAS POSSÍVEIS É O AUMENTO DE CRISTÃOS "PARAGUAIOS";

Dentre as igrejas "evangélicas", algumas aumentaram o número de seus fiéis entre 2003 e 2009, tais como Assembléia de Deus, Comunidade Evangélica, outras igrejas pentecostais, Batista, Adventista e Metodista; outras denominações "evangélicas" diminuíram os seus membros no mesmo período, tais como Luterana, Universal do Reino de Deus, Congregacional Cristã do Brasil e Presbiteriana. De forma geral, entretanto, o número de "evangélicos" tem aumentado.

Para alguns, esse acréscimo de evangélicos é um pequeno avivamento espiritual. Entretanto, é possível rapidamente constatar que a FGV, assim como muitas outras organizações e pessoas, enquadram seitas evangélicas, tais como os neopentecostais, entre os evangélicos. Apesar de talvez ter um ou outro crente no Senhor Jesus nas seitas evangélicas, os ensinamentos das mesmas são estranhos ao evangelho.

As seitas evangélicas oferecem um falso evangelho. Prometem vida eterna ao pecador apesar dele continuar a viver em rebeldia contra Deus. Prometem libertação da doença, do fracasso e da pobreza, mas não necessariamente libertação da iniquidade. O "novo" evangelho, que as seitas evangélicas pregam, tem produzido milhares de evangélicos não-cristãos.

Infelizmente, o falso evangelho não tem ficado somente nas seitas evangélicas. Igrejas evangélicas históricas, tais como os batistas, tem sido influenciado pelas práticas das seitas evangélicas. Parte da culpa é dos pastores das verdadeiras igrejas evangélicas, pois adotam práticas estranhas ao evangelho com o intuito de crescer e aumentar o "seu" rebanho. Esquecem-se tais líderes que o alvo da igreja é a glória de Deus e não a sua própria glória. Ademais, esquecem-se tais líderes que o alvo da liderança é preservar o verdadeiro evangelho de Deus e não adotar o seu próprio evangelho.

Dessa forma, o aumento de evangélicos no Brasil, não necessariamente representa um aumento dos adeptos do evangelho do Senhor Jesus Cristo, mas de evangélicos não-cristãos.
ACONTECEU NA EUROPA,NA AMÉRICA DO NORTE E ESTÁ ACONTECENDO NO BRASIL;
GRAÇA E PAZ.

as profecias estam se cumprindo muito mais rápido a cada ano que passa...

UM AMIGO ME POSTOU ESTES 12 ARGUMENTOS:
1- Criação do chip da besta (Ap. 13:16)

2- Aumento do conhecimento (Daniel 12:4)

3- Guerras e rumores de guerras

4- “Levantar-se-ão filhos contra pai”

5- Falsos cristos e profetas

7- Aumento de epidemias

8- Fome

9- Intensificação de perseguições aos cristãos

10- Terremotos

11- Presença do anti-cristo (espírito que está por detrás dos falsos mestres e profetas)

12- Presença da besta (espírito por detrás da criação e “futura” implantação do chip da testa ou mão esquerda e responsável pela las leis anti-cristãs que condenam atitudes e pensamentos pautados na Palavra de Deus – a intensificação da ação desse espírito se dará após o arrebatamento).


AGORA COMPARE COM MINHA RESPOSTA:

 1- Onde está escrito que é um chip? Folheia a Bíblia todinha ai depois você responde.

2- ....Várias pessoas concordam que se todos aplicassem na sua vida diária os padrões de moral da Bíblia o mundo seria bem melhor.Acontece o contrário..aumento do que é contra a lei. (Mateus 24:12 ;1 Timóteo 3:1-5 )

5- Os falsos cristãos já estavam se misturando na congregação na época dos apóstolos,de acordo com Atos 20:29, 30 e 2 Pedro 2:1, 2.

9- Os cristãos foram perseguidos pelos judeus e pelos romanos. Eles eram presos, espancados e executados. (Marcos 13:9) Só os verdadeiros cristãos seriam perseguidos...

11- O anti-cristo já existia na época em que isto foi escrito...(1 João 2:18;2 João 7)

12- A Bíblia associa animais ou feras a governos ou reinos como em Daniel 7:2-7,17,portanto a besta descrita em Apocalipse se trata de um governo ou a união deles e não de um espirito.Não existe chip nenhum e sim uma marca SIMBÓLICA na mão e testa dos adoradores da fera.

A Bíblia não ensina a crença de que os cristãos serão ARREBATADOS sendo subitamente tirados do mundo,o assunto em pauta era a que Paulo incentivou os sobreviventes a consolarem-se uns aos outros com a esperança da ressurreição.Por que de acordo com 1 Corintios 15:50,carne e sangue não podem herdar o reino de Deus,então como eles seriam arrebatados para o céu?

1 Cor. 15:50 : “Digo isto, irmãos, que CARNE E SANGUE NÃO PODEM HERDAR O REINO DE DEUS; nem a corrupção herda a incorrupção.”

O que sucedeu no caso de Jesus estabelece a norma. Seus discípulos, assim como outros, sabiam que ele morrera. Ele não foi restabelecido à vida celestial senão depois de morrer e ressuscitar.(Romanos 6:3-5).

LEIA 1 CORINTIOS 15:35,36,44...=>Portanto, a morte vem antes de alguém receber esse corpo espiritual, não é assim?

 O CERTO É QUE PRECISAMOS FICAR ATENTOS POIS OS ACONTECIMENTOS ESTÃO ACELERANDO A NÍVEIS PREOCUPANTES...
GRAÇA E PAZ.

missões,o dever do cristão.

Missão precisa ser entendida como projeto de Deus, está registrada tanto no Antigo como no Novo Testamento, na vida do Missionário Paulo, na história da Igreja e também na história da Igreja atual.
A palavra missões não é encontrada na Bíblia Sagrada e sim, missão. A palavra missão está escrita no livro de Atos 12.25 (ARA). "Barnabé e Saulo, cumprida a sua missão [...]".
A palavra "missão" vem da expressão latina Missione, que se originou por sua vez do verbo Mittere, que significa ação, tarefa, ordem mandato, compromisso, incumbência, encargo, ou obrigação de enviar missionários.
Missão é a função ou poder que se confere a alguém para fazer algo, encargo, obrigação, dever. Portanto, a Igreja do Senhor Jesus Cristo tem uma tríplice missão, ou seja, tem vários mandatos, compromissos, encargos:
1º A Igreja é chamada para adorar e servir a Deus. Este aspecto e indispensável para quem deseja realizar missões, ele precisa ser um adorador (Jo 4.23-25; At 13.2)
2º O corpo de Cristo tem uma missão para com os seus próprios membros (1 Co 12.12-27; Mt 28. 19-20).
3º O corpo de Cristo tem uma missão com o mundo, ou seja, para com os descrentes. É neste terceiro mandato que desenvolver-se-á este estudo informativo (Mc 16.15)
Missões – Esse termo é devido à pluralidade da tarefa ou mandato a qual citei
anteriormente, deparamo-nos correspondente com o verbo "enviar" Gn 12.1; 45.5; Ex 3.10-15 Lc 6.12 Rm 10.15.3. Enviar significa mandar alguém ou alguma coisa fazer seguir por determinada via.
Missões é o trabalho específico de enviar pessoas ao estrangeiro (não necessariamente para outro país, mas para uma cultura diferente), para evangelização e a implantação da Igreja do Senhor Jesus Cristo.
Missões é a obra de Deus dada à igreja, a qual, seguindo o exemplo de Cristo, proclamar por palavras e ações o reino de Deus, clamando todos ao arrependimento e a ter fé em Cristo Jesus e enviando os remidos a serem discípulos D"Ele.
Missões é obedecer à ordem de Jesus, levando a mensagem do evangelho a todos os povos, nações e criaturas, fazendo discípulos e plantando igrejas, agindo somente no poder e orientação do Espírito Santo.

2 MISSÕES NO ANTIGO TESTAMENTO

O Antigo Testamento não contém a palavra missões, mas há missões em ação! Podemos ver desde o Gêneses até Malaquias que o propósito de Deus é anunciar seu amor e sua mensagem de salvação a todos os povos. De Gêneses a Apocalipse podemos ver missões no coração de Deus.
  • Missões na aliança edênica (Gn 2.16,17)
Nesta aliança, Adão representa toda a humanidade, estava em suas mãos o destino de toda a raça Humana. O homem estava condicionado a inocência, ou seja, se Adão não houvesse desobedecido a Deus, ele e sua descendência estariam ainda no estado de inocência e não conheceriam o pecado.
  • Missões na aliança adâmica (Gn 3.15)
Na queda do homem, Deus prometeu a restauração em Cristo nesta aliança, o homem estava condicionado à escravidão pelo pecado, entretanto, havia também a promessa de um Redentor – a semente da mulher –, é esta promessa que veio trazer luz, ainda que pequena, naquela hora tão escura da humanidade.
  • Missões na aliança noética (Gn 9.11-15)
Nesta aliança, Deus procura impedir a propagação do pecado em grande escala. Deus também promete não amaldiçoar "toda a alma vivente de toda carne" (v. 15) com outro dilúvio universal. Em Noé, os propósitos de Deus são universais, ao salvar sua família e ordenar-lhe povoar a terra (vv. 6, 9) a aliança noética condicionava o homem ao estabelecimento de seu próprio governo.

em breve segunda parte do comentário:
graça e paz

DEUS CRIOU TODAS AS COISAS...

Observe estas palavras de Gênesis 2:7: E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. Naquele exato momento, no qual Deus soprou em suas narinas o fôlego da vida, o homem foi feito alma vivente. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra. (Gênesis 1:28).
 
       Portanto, Deus deu ao homem, logo que ele foi criado, o domínio absoluto sobre todas as criaturas desta terra. Então, em Gênesis 2, lemos:  E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado. E o Senhor Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal. E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar (Gênesis 2:8, 9, 15).
 
        Observe que, no momento de sua criação, Adão já era um homem adulto, totalmente capaz de trabalhar. E Deus imediatamente já o colocou para trabalhar. Deus não inscreveu ele no “bolsa-família”. O Senhor não disse a ele que ficasse em casa vendo TV, sentado, depois levantasse caminhar e ir jogar bola. Na mesma hora em que Deus criou o homem, ele o colocou para trabalhar. Deus deu ao homem o domínio sobre todas as demais criaturas que Ele fez, e deu ao homem a responsabilidade de trabalhar no jardim que Ele fez.
 
Havendo, pois, o SENHOR Deus formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome. E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo o animal do campo; mas para o homem não se achava ajudadora idônea. (Gênesis 2:19-20).
 
Observe só a inteligência deste homem. Quando o homem comeu da árvore do conhecimento do bem e do mal, ele se envolveu em algo que deveria ser apenas do próprio Deus. Mas, antes de comer da árvore do conhecimento do bem e do mal, Adão com certeza tinha muito conhecimento, inteligência e entendimento. Ele tinha tudo que era necessário para uma vida absolutamente perfeita e feliz, em comunhão com seu Deus.
 
Por exemplo, as aves, os mamíferos, os répteis e os peixes nunca comeram da árvore do conhecimento do bem e do mal, porém Deus diz a eles como viver, como respirar, como se reproduzir, como construir suas casas e ninhos, como ajuntar comida, como criar e cuidar dos seus filhotes, como fugir do perigo e como morrer quando chegar a hora. Eles vivem em perfeita harmonia com o seu Criador sem o conhecimento do bem e do mal. O homem não ganhou nada comendo o fruto proibido. Pelo contrário, ele perdeu o privilégio de viver sua vida sem medo, sem preocupação, sem dúvidas, ansiedade, derramamento de sangue e guerras.
 
Ao ser criado, o homem possuía uma inteligência admirável que foi dada a ele por Deus. Se você não acredita, pegue uma enciclopédia ou catálogo onde estejam listados todas as aves e animais e répteis – tente dar um nome a cada um deles. Não estou falando sobre o nome que eles já possuem, mas um nome novo. Tente pensar em um nome para todas essas criaturas. Não estou falando sobre possuir um conhecimento sobre elas, apenas dar um nome para elas. Esta foi a tarefa que Adão fez na presença de Deus.
 
A Bíblia também diz que Adão tinha a possibilidade de ter comunhão com Deus, sem pecado, embora não haja uma passagem indicando que esta comunhão tenha acontecido. E ouviram a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim. E chamou o Senhor Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás? (Gênesis 3:8-9).
 
Vemos então que Adão perdeu a maravilhosa oportunidade e privilégio de ter comunhão com Deus.
 
Na Idade Média alguns pensavam que havia conflito entre a ciência e a Bíblia. Alguns cientistas diziam que a terra era redonda, e outros se uniram a líderes religiosos, rejeitando a ideia. Havia um grande debate sobre esta questão. Entretanto, quando a Bíblia foi reestudada, eles perceberam que a palavra de Deus sempre ensinou que a terra é redonda. Se os homens tivessem simplesmente acreditado na Bíblia, ao invés de esperar a ciência avançar, eles não teriam tido problema nenhum.
 
Porque em Isaías 40:22 está escrito, Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar. A terra é redonda.
 
Todos os conflitos atuais entre a verdadeira ciência e a Bíblia poderiam acabar, sem negar nenhuma parte da Bíblia, se os homens simplesmente lessem e acreditassem nela. Se a ciência avança, a ciência vai provar a Bíblia. Onde existe um conflito entre a ciência e a Bíblia, o problema é que a ciência ainda não tem todas as informações, ou então que os homens estão interpretando a Bíblia, ao invés de crerem na Bíblia.
 
No nossos dias, temos que tocar num assunto que não é muito importante em si mesmo, mas tornou-se importante, porque alguns se recusam a crer na Bíblia até que esta questão seja respondida. O grande fato é que Deus criou todas as coisas, e não a maneira como ele as criou. Se Ele as criou em seis dias, ou se foi em seis milhões de anos, isso não é um algo importante em si mesmo. O que importa é que a Bíblia diz que Deus criou todas as coisas em seis dias. Portanto, a credibilidade e a autoridade da Bíblia estão em jogo neste assunto. Se os animais foram criados de uma vez, muito parecidos com os animais de hoje, ou se eles evoluíram a partir de formas de vida inferiores, esse debate só existe entre aqueles que querem eliminar a autoridade da palavra de Deus. A questão relacionada ao relato bíblico da criação se torna um assunto de grande importância porque as escrituras ensinam claramente uma coisa, e muitos, muitos homens acreditam em outra coisa. 
 
Sempre que existir algum conflito entre os ensinos dos homens e a Bíblia, é melhor você se posicionar do lado da palavra de Deus.
 
1.                  Os dias da criação não foram “dias de mil anos”, mas sim dias de 24 horas. Isso pode ser provado pelo fato de que Adão foi criado no sexto dia, Deus descansou no sétimo dia, e Sete nasceu após o sétimo dia, quando Adão tinha apenas 130 anos. Eu vou explicar. Se os primeiros seis dias são “eras”, então é desonesto fazer o sétimo dia ser diferente. Se a pessoa for honesta, o sétimo dia e o sexto dia necessariamente têm que ter a mesma duração. Negar isso significa negar que as palavras possuem qualquer significado.
 
O sétimo dia não pode ter durado mais de 130 anos. Considere Gênesis 5:1-3: Este é o livro das gerações de Adão. No dia em que Deus criou o homem, à semelhança de Deus o fez. Homem e mulher os criou; e os abençoou e chamou o seu nome Adão, no dia em que foram criados. E Adão viveu cento e trinta anos, e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e pôs-lhe o nome de Sete.
 
Veja só, preste muita atenção. Eu vou explicar. Muitos estão dizendo que os dias de Gênesis capítulo 1 são períodos de mil anos. Alguns dizem até que são milhões e milhões de anos. Meu amigo, a Bíblia resolve este assunto, se você simplesmente crer nela. O texto diz que Adão foi criado no sexto dia. Deus descansou no sétimo dia. Algum tempo depois do sétimo dia Adão e Eva tiveram um filho chamado Sete. Quando Sete nasceu, Adão tinha 130 anos.
 
Vamos considerar um número evolucionário modesto, e imaginar que um dia, em Gênesis 1, corresponde a um milhão de anos. Isso faria com que Adão tivesse (365 dias vezes 130 anos) 474.500.000.000 anos de idade quando Sete nasceu. Isso sim é longevidade!
 
Se você ainda quiser insistir nesta linha (e fazer-se de tolo) e persistir nesse argumento, o sétimo dia não poderia ter menos do que umas poucas décadas. Se você deixar a Bíblia do jeito que ela está, o resultado vai ser um dos dois:
 
1.                Não há tempo suficiente para acomodar a teoria da Evolução, ou
 
2.                É impossível Adão e sua esposa terem vivido tempo suficiente para gerar Sete.
 
      Seja como for, o único jeito de acomodar qualquer forma de evolução é se você rejeitar o ensino claro da palavra de Deus.
 
A verdade é que um dia é um dia.
 
Seria muito melhor para você aceitar a Bíblia como ela é, do que ficar debatendo sobre a Bíblia e ir parar no lago de fogo.
 
2.                  Essa ideia de que Adão ou qualquer outro animal surgiu por um processo de evolução, a partir de seres inferiores, é refutada pelo fato de que, no dia da sua criação, eles já eram: homem, ave, peixe, réptil. É refutada, também, pelo fato de que o corpo do homem foi formado segundo a imagem de Deus, e então foi lhe dado a vida. Vamos prosseguir e observar os seguintes versículos:
 
E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.  (Gênesis 1:26-27).
 
Adão foi criado. Ele não era uma ameba, que de alguma forma conseguiu sair do abismo de limbo, arrastou-se por uma árvore, comeu bananas por um tempo, e então de repente pulou lá de cima quando ele encontrou o elo perdido, aí colocou um terno e gravata e foi trabalhar. Não, a verdade é que Deus criou o homem, e no mesmo dia, no mesmo momento da sua criação, Adão já era a imagem de Deus. Ele não evoluiu até chegar a ser esta imagem, ele não passou de uma forma de vida para outra, não passou de homem-chimpanzé ou homem-macaco até se transformar em Homo Sapiens.
 
A Bíblia diz que Deus criou o homem do jeito que ele é hoje. Antes que existisse vida no homem, ele já foi feito a imagem e semelhança de Deus. E Deus... soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. (Gênesis 2:7).
 
O Senhor Jesus Cristo concorda com esta posição. Se você quiser pensar diferente a respeito destes eventos, você vai ter que discutir o assunto com Deus manifesto em carne. A Bíblia diz, Jesus Cristo falando, Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, (Mateus 19:4).
 
No princípio, Deus não os fez amebas, ou microorganismos unicelulares. No princípio, Deus os fez macho e fêmea, foi assim que tudo começou.
 
Em Marcos 10:6, lemos: Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea.
 
Deus não começou com nuvens de poeira, nem com sopa cósmica, nem com o resto dos “gases”. A Bíblia diz que no princípio, logo no momento quando Deus criou o homem, Ele fez o homem e fez a mulher, exatamente como eles são hoje.
 
Alguém pode dizer, “Os escritores da Bíblia não conheciam o que os cientistas modernos conhecem”. Ah, mas o Senhor Jesus Cristo sabia de tudo. Ele estava lá. Foi por Ele que todas as coisas foram feitas (João 1:3). Se você ler Gênesis capítulo 1 com cuidado, você vai ver que a Bíblia diz “E disse Deus (singular): Façamos (plural) o homem à nossa (plural) imagem... e à imagem de Deus (singular) o criou (Gênesis 1:26-27).
 
Portanto, o Senhor Jesus Cristo estava presente, e Ele afirma que desde o princípio o homem era exatamente como hoje, porém sem pecado.
 
3.   O que podemos observar que existe é uma evolução dentro da criação, dentro de certos limites. Esta micro-evolução é evidente. Não estamos aqui falando da ideia de Darwin, não estamos falando de um animal mudar para uma espécie diferente. Estamos falando de mudanças que ocorrem dentro da própria espécie, com o passar do tempo. Temos nossas dúvidas sobre esse assunto, mas, na verdade, não importa seja lá como for.
 
Agora, uma coisa sabemos com certeza: onde não houve seleção inteligente, a tendência de todas as mudanças sempre é para pior. Isso é provado pelo tempo de vida que os homens tinham no início e o tempo de vida que eles vivem hoje. Isso é provado pelo fato de que, quando você faz cruzamentos entre diferentes espécies, o resultado é uma descendência estéril, ou então uma descendência com alguma forma de degeneração.
 
A mistura de raças nunca produz uma descendência superior. Se houvesse (mas não houve) algum cruzamento entre espécies que, de alguma forma, resultasse em uma forma de vida superior, isso daria alguma base para o evolucionista se firmar. Entretanto, essa superioridade nunca acontece. Sempre que há uma seleção, até mesmo uma seleção inteligente para tentar produzir uma espécie nova, melhorada, o resultado é sempre uma piora.
 
A Bíblia diz em Gênesis 5:27 que Matusalém vivem 969 anos. Enoque viveu 365 anos antes de ter sido arrebatado aos céus. Jerede vivem 962 anos; e Maalalel viveu 895 anos. Não venha me dizer que o homem está se tornando cada vez melhor, e que o homem está avançando cada vez mais. Você vai ter muito trabalho para chegar aos 70 anos hoje em dia. Fique com o registro bíblico: Deus é o Criador, e Deus criou o homem. Deus criou todas as coisas exatamente como a Bíblia diz que Ele criou.
 
Obviamente, não existe nenhuma prova conclusiva de que o homem se originou a partir de formas inferiores de vida, através de um processo de evolução. Esta é uma teoria não comprovada, que contradiz totalmente o registro bíblico da criação. Você não pode ser um evolucionista e um cristão ao mesmo tempo. Não existe um meio de conciliar as duas coisas. Você vai ter que fazer a evolução deixar de ser evolução, ou então vai ter que fazer o cristianismo deixar de ser crer em Jesus Cristo. Não existe evolucionista cristão. Um cristão é aquele que crê no Senhor Jesus Cristo, e o Senhor Jesus Cristo disse que, no dia da criação, Deus fez o ser humano macho e fêmea, e eles eram exatamente como são hoje.
 
4.   As cinco divisões primárias da vida animal, que foram dadas na Bíblia no registro da criação (aves, peixes, gado, répteis e o homem), permanecem inalteradas. Até que ocorra alguma mudança de espécies em relação a estas fronteiras, a teoria da evolução deve ser totalmente rejeitada. Esta teoria não passa de uma grande farsa, um boato.
 
A Bíblia diz que no céu haviam cinco querubins, representando uma águia, um boi, um homem, um leão e um réptil. O quinto desses caiu, mas ele ainda está perambulando no segundo e terceiro céus. Nesta terra temos aves, peixes, gado, répteis e o homem. Há cinco classes no céu, e há cinco classes na terra. Não há nenhum cruzamento entre essas classes; não há nenhum dessas classes que possa mudar e transformar-se em  outra. Não tem como. Nunca teve como. E nunca terá como.
 
Deus é o criador. Deus estabeleceu os limites. Deus colocou os limites e você não tem como ultrapassá-los.
 
5.   Alguns evolucionistas extremistas fizeram uma tentativa de reconciliar o tempo de vida dos homes, antes do tempo dos patriarcas, com a teoria da evolução. Eles alegaram que os anos de Gênesis são anos lunares.
 
Bem, se isso fosse verdade, Sete teria oito anos de idade quando seu primeiro filho nasceu.
 
A Bíblia diz em Gênesis 5:6: E viveu Sete cento e cinco anos, e gerou a É-nos. Isso dá menos de dez anos no calendário do homem na lua. (Ora, eu sei que isso é engraçado. Mas Joseph Smith, fundador da religião dos Mórmons, ensinou que havia uma raça de homens na lua, que se vestiam como Quakers). Portanto, é melhor simplesmente acreditar na Bíblia. Você não terá nenhum problema acreditando na palavra de Deus. Quando o homem começa a desprezar a Bíblia, ele faz Deus de mentiroso, porque a Bíblia é a palavra de Deus. Quando o homem chama Deus de mentiroso, como você acha que Deus vai agir no dia do juízo?
 
A Bíblia faz outras declarações sobre a criação, e vale a pena dar uma olhada nelas: Assim os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados. E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito (Gênesis 2:1-2).  Ao final dos seis dias literais da criação, a obra estava totalmente concluída. Não ficou nada sobrando para ser feito depois. Não havia nada para concluir a si mesmo depois. Não foi deixado nada para que evoluísse de alguma forma. A obra estava terminada.
 
Meu amigo, você foi criado por Deus. Ele formou você. Ele fez você. Ele criou você. Isso é verdade não somente em relação ao original, mas também das reproduções. A razão pela qual você tem um desejo por Deus no seu coração, a razão pela qual nas profundezas da sua alma você sente falta do seu Criador, é porque Ele é, de fato, o seu Criador. Ele colocou a imagem e semelhança dEle em você. Você sente falta de ter comunhão com Ele, mesmo que você não saiba disso.
 
Pois possuíste os meus rins; cobriste-me no ventre de minha mãe. Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui feito, e entretecido nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia. E quão preciosos me são, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grandes são as somas deles! (Salmo 139:13-17).
 
Você foi feito de forma especial e maravilhosa. Deus formou seu corpo no ventre da sua mãe. Foi Deus que te deu a consciência e a mente que você tem.
 
A Bíblia diz em João 1:9, falando sobre Jesus Cristo, Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo. No dia em que você nasceu, Deus colocou dentro de você luz suficiente para que você saiba que é um ser criado e que é responsável perante Deus, o seu Criador.
 
Celebrai com júbilo ao SENHOR, todas as terras. Servi ao SENHOR com alegria; e entrai diante dele com canto. Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele que nos fez, e não nós a nós mesmos; somos povo seu e ovelhas do seu pasto. (Salmo 100:1-3).
 
Deus fez você, e colocou dentro de você um desejo por Deus. Deus te fez com um entendimento de que, um dia, você vai comparecer diante dEle para ser julgado. Você está preparado para este julgamento? Você está preparado para comparecer perante o Senhor?
 
O que é que causou a separação entre Deus e Adão? Foi o pecado. Você pecou? Sim, você pecou. Você sabe que você pecou. Você sabe que você transgrediu a santa vontade e os santos mandamentos de Deus.
 
Mas, tão certo quanto Deus veio ao jardim do Éden para buscar Adão, tão certo quanto o animal inocente foi morto, e sangue foi derramado para que Adão e Eva pudessem ter uma cobertura para seus pecados, podemos ter a mesma certeza de que Deus veio para buscar você.
 
A Bíblia diz que o Senhor Jesus Cristo era Deus manifestado em carne (I Timóteo 3:16). Jesus Cristo disse em Lucas 19:10 que Ele veio buscar e salvar o perdido. Ele deu a sua vida, uma vítima inocente, derramou seu precioso sangue para que seus pecados pudessem ser cobertos. Através da morte, sepultamento e ressurreição do Senhor Jesus Cristo, e através da sua fé nesta maravilhosa obra que foi realizada a favor de você, você pode ser restaurado a uma comunhão eterna com o seu Criador.
 
Você crê que Deus se manifestou em carne? Você crê que o Senhor Jesus Cristo era o Filho de Deus, nascido de uma virgem? Você crê que Ele morreu na cruz do Calvário para pagar pelo seu pecado, e que Ele ressuscitou dos mortos para que você possa ter vida eterna?
 
Amigo, se você crê nisso, você precisa vir ao Senhor Jesus Cristo e ajoelhar diante dEle. Confesse que você é o pecador pelo qual Jesus morreu. Peça que, pela sua graça e pelo seu amor, e pela sua misericórdia, Ele perdoe os seus pecados e salve a sua alma.
 
O Senhor Jesus Cristo disse em João 6:37, aquele que vem a mim, de maneira nenhuma lançarei fora.
 
A Bíblia diz em Romanos 10:13, todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.
 
Você precisa ser salvo dos seus pecados. Somente Deus pode salvar você dos seus pecados. Você quer vir a Ele? Você quer confiar nEle?
 
A sua eternidade depende do que você vai fazer com o Senhor Jesus Cristo. Deus não criou você para te lançar no inferno. Ele não quer que você vá para o inferno, mas Ele tem que punir o pecado. Jesus levou sobre si a punição que você merece. Você deseja aceitar o pagamento que foi feito por Jesus a favor de você, ou você quer rejeitá-lo e escolher sofrer você mesmo o pagamento? A escolha é sua.
GRAÇA E PAZ.