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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

A IGREJA ESTÁ SENDO A DIFERENÇA PARA O MUNDO,ESTAMOS SENDO IMITADORES DE CRISTO...

Para um jovem é bem complicado se manter digno de ser chamado de ‘verdadeiro cristão’ pois o  mundo vem oferecendo muitos atrativos que aos olhos de Deus são abomináveis e aos olhos carnais são atrativos  para fatisfazer a própria carne. São essas coisas que fazem do nosso relacionamente com Deus o mais distante possivel.
Para sermos chamados de verdadeiros cristãos devemos ser imitadores de Cristo.
‘’Paulo disse – Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo. ’’(ICoríntio 11:1)
Ou seja, temos que andar segundo Cristo andou e praticas as boas obras, pois foi isto que Ele fez.
‘’Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai. ’’ (João 14:12)
Se temos que ser imitadores de Cristo isso quer dizer que devemos falar do amor dEle para o mundo poder conhecê-lo também, vocês não acham? Claro que sim! pois o próprio Cristo ordenou isso ‘’E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregue o evangelho a toda criatura. ’’
(Marcos 16:15)

Então isso quer dizer, saia do seu quadradinho espiritual, fale de JESUS, apresenteJESUS, proclame o nome de dEle em todos os lugares em que estiver, fale de seus milagres do seu amor, do seu sacrifício, deixe a luz do ESPÍRITO SANTO brilhar em sua face. Não se importe se você for humilhado, pois na bíblia podemos ler que Jesus foi escarnecido, humilhado, zombado e em nenhum momento deixou de amar a quem lhe fazia mal, pelo contrário ELE pedia misericórdia por suas vidas.
Vamos lá separar um tempinho para ler a bíblia, orar e nos consagrar , assim poderemos buscar a cada dia viver como Cristo viveu. Seja um verdadeiro imitador de Jesus!

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

DEFENDENDO NOSSA FÉ,TEMOS A OBRIGAÇÃO DE ESTAR PREPARADOS...

Você consegue responder questionamentos de seitas, falsas religiões e de ateus militantes? E não só respondê-los mas também mostrar as incoerências das crenças deles?

Estejam preparados para responder a todo aquele pedir razão para esperança que há em vós - 1 Pedro 3:15.

Saber explanar a fé cristã é um mandamento bíblico. A existência de Deus, veracidade da Bíblia e ressurreição de Cristo são alguns assuntos importantíssimos que o cristão tem que saber discutir. E aí, como você tá?

 A defesa da fé cristã é uma necessidade. Estamos preparados? Estamos preocupados com a voz cristã no espaço público? Ou simplesmente achamos que o nosso cristianismo é algo a ser guardado em um armário? Estamos sendo luz do mundo ou uma lâmpada escondida debaixo da cama? Em tempos de secularismo e desprezo pela verdade de Cristo como único Salvador e Senhor devemos estar mais do que preparados para essa batalha.

1. Ok! Defenderei a fé cristã. Mas eu tenho fé em Deus?

1.1. Como eu poderei defender aquilo que não tenho? Como defendei aquilo que não acredito? Como defenderei aquilo que eu não amo? Por isso, Pedro escreveu: “antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração”.

1.2 O que significa “santificar a Cristo em nosso coração”? Significa glorificá-lo, honrá-lo e adorá-lo.

1.2.1 “Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino” [Lucas 11.2]

1.3 Glorificar a Deus “com o coração” vai além de uma adoração de lábios. É uma atitude sincera em reconhecer Cristo como Senhor. É o dever de satisfazer-se em Deus.

1.3.1. “Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim”  [Mateus 15.8]

1.4 Glorificar a Deus com o coração é deleitar-se nele. O nosso dever é alegra-se no Senhor. Servir ao Senhor não é fardo, mas verdadeiro prazer.

1.4.1. “Deus é mais glorificado em mim quando sou mais satisfeito nEle” [John Piper].

1.4.2 “Deleite-se no Senhor” [Salmos 37.4] é um mandamento. A palavra hebraica עָנַג (anog) pode ser traduzida por “prazer” e “brincadeira”. É como se o salmista dissesse: “Divirta-se no Senhor” ou “Tenha prazer no Senhor”. Você já pensou que servir ao Senhor pode ser uma grande e prazerosa brincadeira?

2. “Estejam preparados para defender”.

2.1 É nosso dever estar preparado para expor a fé cristã. Logo porque sempre existirá pessoas procurando saber sobre a nossa fé.

2.2. O preparo demanda conhecimento da fé que se professa.

2.3 O verbo “defender” é ἀπολογίαν (apologian) é a mesma palavra usada para referir-se a uma defesa no tribunal.

3. “A qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós”

3.1 Fica claro nessa frase que a fé genuína chama a atenção e desperta a curiosidade das pessoas.

3.2. “Santificamos a Deus diante dos outros quando nos comportamos de tal maneira que convida e encoraja outros a glorificá-lo e honrá-lo”. [Matthew Henry]. A Bíblia relata: “Moisés então disse a Arão: "Foi isto que o Senhor disse: ‘Aos que de mim se aproximam santo me mostrarei; à vista de todo o povo glorificado serei’ ". [Levítico 10.3]

4. “Com mansidão e temor”

4.1 A defesa da fé não é ataque da fé.

4.2 πραΰτητος (prautētos) significa “mansidão, gentileza, doçura e suavidade". A defesa da fé deve ser feita com doçura (não amargura), gentiliza (não indelicadeza) e suavidade (não com agressividade).

4.3 A defesa da fé ainda deve ser feita com respeito [φόβου phobou ] e reverência. Essa reverência é em relação ao inquiridor.  

4.4 O comportamento do defensor é tão importante quanto a sua argumentação.

Conclusão

A defesa da fé cristã vai além de mera argumentação. É a defesa com a vida, com as palavras e com respeito. É a defesa com a glorificação de Deus no interior.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

GOVERNO ECLESIASTICO:HÁ TENTAÇÕES EM TODOS OS MODELOS...


Sempre, na história das controvérsias cristãs, houve um luta para saber qual era o modelo de governo eclesiástico mais bíblico. O fato é que todos os modelos de governos eclesiásticos (congregacional, episcopal e presbiteriano) se baseiam no Novo Testamento. O episcopal concede o poder para o seu pastor ou bispo, o presbiteriano concede poder aos presbitério da igreja e o congregacional concede poder aos seus membros ou a um conselho de irmãos reunidos.
Há tentações em todos os modelos. O episcopal pode concentrar um poder tão grande na mão do pastor, que ele se torna uma pessoa acima da crítica e não prestas contas a igreja. O presbiteriano pode criar uma elite dentro da congregação ou denominação, pois um pequeno grupo decide sobre os demais. O congregacional pode minar a autoridade do pastor local. Portanto, não temos como definir um modelo eclesiástico mais bíblico, pois todos tem pontos fortes e fracos.
A Assembléia de Deus começou com um modelo congregacional bem definido, aja vista a herança eclesiológica batista, que é congregacional. O modelo congregacional fica bem claro nas palavras do pastor assembleiano Alcebiades Pereira dos Vasconcelos, no Mensageiro da Paz, nº 10, de 1959:
No nosso entender, a igreja cristã biblicamente entendida, governa-se a si mesma, mediante o sistema democrático em que todos os seus membros livremente podem e devem ouvir e ser ouvidos e ser ouvidos, votar e ser votados, conforme a sua capacidade pessoal de servir(…) A igreja cristã, à luz do Novo Testamento, é uma democracia perfeita, em qual o pastor e seus auxiliares de administração (tenham as categorias ou denominações que tiverem) não dominam, pois quem domina sobre ela é Jesus, por mediação do Espírito Santo, sendo o pastor apenas um servo que lidera os trabalhadores sob guia do mesmo Espírito Santo; e, neste caso, é expressa e taxativamente proibido ter domínio sobre a igreja. I Pedro 5.2,3. [1]
Os pentecostais clássicos sempre tiveram uma tendência para a democracia na igreja, um modelo em que a congregação tinha voz, o teólogo Myer Pearlman deixa bem claro essa posição:
As primeiras igrejas eram democráticas em seu governo- circunstância natural em uma comunidade onde o dom do Espírito Santo estava disponível a todos , e onde toda e qualquer pessoa podia ser dotada de dons para um ministério especial. É verdade que os apóstolos e anciãos presidiam às reuniões de negócios e à seleção dos oficiais; mas tudo se fez em cooperação com a igreja (Atos 6.3-6; 15.22, I Co 16.3, II Co 8.19, Fp 2.25). E Pearlman completa: Nos dias primitivos não havia nenhum governo centralizado abrangendo toda a igreja. Cada igreja local era autônoma e administrava seus próprios negócios com liberdade. [2]
No decorrer do tempo, a Assembléia de Deus, não deixando de ser congregacional, passou a mesclar com o modelo episcopal e presbiteriano. Hoje, é comum a figura o pastor-presidente, um verdadeiro bispo regional. Nas Assembléias de Deus há traços do modelo presbiteriano, com as convenções ou concílios regionais e nacionais (CGADB e Conamad). A Assembléia de Deus, portanto, não tem um modelo eclesiástico puro. O Rev. Antônio Gouvêa Mendonça, comenta em relação a Assembléia de Deus:
Seu sistema de governo eclesiástico está mais próximo do congregacionalismo dos batistas por causa da liberdade das Igrejas locais e da limitação de poderes da Convenção Nacional. Todavia, a divisão em ministérios regionais semi-autônomos lembra um pouco o sistema presbiteriano.[3]
Alguns fatos interessantes: em cidades do interior, as Assembléias de Deus são bem congregacionais, pois a igreja em constantes assembléias, decidem o rumo da congregação juntamente com o pastor. As igrejas AD da capital são normalmente divididas em setores, com a figura presente do pastor-presidente, sendo mais um modelo episcopal. Mas as congregações das cidades interioranas e da metrópole estão sujeitas a convenção estadual e nacional, semelhante aos supremos concílios presbiterianos.
A Assembléia de Deus foi influenciada por várias denominações, desde de sua eclesiologia até a sua teologia. Exemplo dessa mistura esteve nas palavras do pastor Thomas B. Barrat, de Oslo, Noruega em 1914, que disse: “Com respeito à salvação, somos luteranos. Na forma do batismo pelas águas, somos batistas. Com respeito à santificação, somos metodistas. Em evangelismo agressivo, somos como o Exército da Salvação. Porém, com respeito ao batismo com o Espírito Santo, somos pentecostais!”
O lamentável é o fato de muitas igrejas Assembléia de Deus aderindo a um modelo episcopal, abandonado a tradição congregacional. Mais o modelo episcopal, hoje adotado não é o mesmo dos metodistas ou anglicanos, mas sim das igrejas neopentecostais, onde a figura do líder é centralizadora, um modelo episcopal levado ao extremo.
Referências Bibliográficas:
01.ARAÚJO, Isael de. Dicionário do Movimento Pentecostal. 1 ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. p 338.
02. PEARLMAN, Myer. Conhecendo as Doutrinas da Bíblia. 8 ed. São Paulo: Vida, 1984. p 225.
03. MENDONÇA, Antônio Gouvêa e FILHO, Prócoro Velasques. Introdução ao Protestantismo no Brasil. São Paulo: Edições Loyola, 1990. p 51
Autor: Gutierres Siqueira, publicado no Blog Logos News.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Ensine princípios cristãos aos seus filhos, antes que o mundo os corrompa.

As Crianças de Hoje em Dia

R. C. Sproul Jr. 08 de Agosto de 2013 - Família
Há uma coisa curiosa sobre a decadência moral — ela pode acontecer bem lentamente. O fato não é que você irá tornar-se rapidamente imoral, se você não tiver freios morais, mas sim que você irá tornar-se imoral um dia. A decadência moral que acontece lentamente é tão prejudicial quanto aquela que acontece de forma rápida.
Considere a música que os nossos filhos ouvem. Estou quase certo de que meus avós ficaram bastante preocupados com os seus filhos quando dançaram o que hoje consideramos a música “positivamente limpa” de Elvis. Entre as gerações, vieram os Beatles, que tocavam vestidos em ternos e cujos cabelos estilo moptop eram mais de malandros que de rebeldes. No momento em que eu liguei o rádio, meus pais se opuseram às letras sugestivas do Aerosmith ou Red Hot Chili Peppers. Atualmente, não há mais nenhuma música sugestiva, porque “sugestivo” implica uma medida de sutileza.
Chegamos aqui não porque dormimos durante a travessia do Rubicão 1. Ao contrário, insistimos que, porque os nossos avós se opuseram desnecessariamente (em comparação aos nossos pais), nossos pais devem ter se oposto desnecessariamente (contra nós) e, portanto, precisaríamos recusar a nos opor desnecessariamente aos nossos filhos, sabendo que os filhos deles serão muito piores. Chegamos ao ponto de esperar e aceitar a rebeldia— através da música e a rebeldia moral— como parte normal do crescimento. Alguns pais começam até a se preocupar quando seus filhos não se rebelam.
Tudo isso é prova de que, mesmo na igreja, nós aceitamos mais sugestões da cultura do mundo do que da Palavra de Deus. Tire um momento e busque em sua concordância bíblica a palavra adolescente. Tente a palavra adolescência. Pesquise por lacuna entre gerações. Veja se você consegue encontrar cultura jovem. Nem as palavras, nem os conceitos estão ali. Elas não são categorias bíblicas. Esses elementos destrutivos comuns em nossos lares devem nos sugerir que estamos fazendo algo de errado.
No entanto, reprimir não é o suficiente. Ou seja, não foi mera permissividade que nos colocou nesta confusão. O problema é mais profundo. Não é que não estamos lidando da forma correta com os jovens, mas é que ainda admitimos a existência da juventude. A Bíblia reconhece com alegria a realidade das crianças. Afirma a existência dos adultos. O que ela não faz é aceitar algo entre eles.
A Bíblia, em nenhum lugar, afirma a existência de uma cultura jovem, porque, em toda ela, somos encorajados a abraçar uma cultura diferente – aquela do Reino de Deus. Quando Paulo nos exorta a criar nossos filhos na instrução e admoestação do Senhor (Efésios 6:1), a raiz da palavra grega instrução, traduzida em nossas Bíblias, é paideia. Ela comunica a noção de cultura. Isso inclui convicções compartilhadas, linguagem compartilhada e hábitos do coração compartilhados.
Quando os meus filhos mais velhos ainda eram pequenos, minha esposa e eu trabalhamos para nos certificar de que a identidade deles estava em Cristo, em nossa identidade compartilhada como família que, como a de Josué antes de nós, serviria ao Senhor. Eu incuti isso em meus filhos, em parte, através de algumas liturgias familiares básicas. Enquanto Hollywood e Madison Avenue buscavam que minha filha visse a si mesma em conformidade com o seu grupo social, eu queria que ela visse a si mesma à luz de seu Salvador. Então, ensinei a ela, quando eu perguntava o seu nome, essa pergunta - resposta: Eu—“Darby, quem são os Sprouls?”. Darby—“Os Sprouls são livres”. Eu—“E a quem os Sprouls servem?”. Darby—“Os Sprouls servem ao Rei Jesus”. Eu—“A quem os Sprouls temem?”. Darby—“Os Sprouls não temem homem nenhum; os Sprouls temem a Deus”.
Darby não é mais uma menininha, e um dia provavelmente não será mais uma Sproul. Mas, de fato, a minha filha é uma flecha na minha aljava. Porque a sua identidade está em Cristo e não em seu grupinho social, ela gasta menos tempo andando no shopping e mais tempo proclamando Jesus do lado de fora da clínica de aborto da nossa cidade. Porque a sua identidade está em Cristo, ela vê seu pai não como um velho rabugento, mas como o homem que a ama plenamente. Ela está ligada ao princípio de buscar primeiro o reino de Deus e a sua justiça, porque essa é a nossa vocação.
Talvez o que há de mais lindo em minha filha é que ela não só serve, mas também ama o seu pai, seu irmão, suas irmãzinhas e seus dois irmãos menores, que têm sete e três anos de idade. Ela interage com alegria com jovens e idosos, porque ela ama todos os santos e não apenas aqueles que compartilham seu senso para moda ou gosto musical.
Nathan Hatch uma vez expôs a infiltração de ideais americanos peculiares na igreja em seu grande livro “The Democratization of American Christianity” [A Democratização do Cristianismo Americano]. Em nossos dias, estamos testemunhando a divisão demográfica do cristianismo americano. Na melhor das hipóteses, estabelecemos programas com base na idade, sexo e situação de vida. Na pior das hipóteses, temos uma igreja sob medida para fãs de música country e Mountain Dew em um lugar, e uma igreja sob medida para os fãs de jazz e Starbucks em outro lugar. Estamos dividindo o que Cristo uniu, somos os Coríntios, só que nós dividimos a igreja pelo gosto e não pela renda.
Jesus, no entanto, faz de muitos um. Nós somos uma família, um pão, um só corpo, uma cultura, um amor. Será que a cultura do mundo seria capaz de dizer sobre a nossa cultura: “Oh, como eles se amam”?
1 - N do E: Atravessar o Rubicão significa tomar uma decisão arriscada, de maneira irrevogável. Esse termo é uma referência ao evento ocorrido na história romana, em 49 a.C., quando o imperador Julio César levou seus soldados a atravessarem o Rio Rubicão, situado ao norte da Itália, em perseguição a Pompeu, violando, assim, a lei da época que proibia essa travessia por qualquer autoridade romana acompanhada de sua tropa, já que isso poderia representar riscos ao poder central do império romano.

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 Por: R. C. Sproul Junior. Extraído do site www.ligonier.org. © 2013 Ligonier Ministries. Original: Kids These Days Este artigo faz parte da edição de Março de 2013 da revista Tabletalk sobre “Uma Cultura Fascinada pela Juventude”.
Tradução: Isabela Siqueira. Revisão: Renata do Espírito Santo – © Ministério Fiel. Todos os direitos reservados.


O JUSTO TAMBÉM SOFRE? COMO DEVEMOS LIDAR COM O SOFRIMENTO? O QUE A BÍBLIA NOS ENSINA SOBRE ESSE TEMA?

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

O RELATIVISMO TOTAL DESTROI A ÉTICA CRISTÃ...



A igreja hoje, em uma expressiva quantidade de denominações, existe para atender à demanda de seu público. Não dão o que o povo precisa ouvir, mas sim o que o povo deseja ouvir. Os homossexuais não têm igreja para ir? Ora, façamos uma para eles! Está pobre? Deus vai te dar riqueza! Está doente? Deus vai te curar! Tá andando de fusca velho? Deus vai te dar uma Ferrari! Para estas mentes terrenas e carnais o Deus altíssimo todo poderoso, juntamente com todas as legiões de anjos, nas hostes celestiais, existem para satisfazer as suas necessidades terrenas e imediatistas.

          Onde foi parar o “negue-se a si mesmo tome sua cruz e siga-me?”(Mat16:24), o “a vida de qualquer um não consiste na quantidade de bens que possuem”(Luc12:15), “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males”(ITM6:7), “considere o próximo maior do que você!”(Fil2:3). Onde estão as perseguições por sermos cristãos?(IITM3:12) Não seria o nosso cristianismo socialmente aceitável? E, em um mundo que jaz no maligno (IJo 5:19) , não seria aceitável por satisfazer, em sua doutrina, nossos anseios carnais em detrimento dos espirituais?(Col2:8) Quantos quilos tem pesado essa cruz que vem sendo pregada? Aliás, onde foi parar a cruz de Cristo? E ouso mais: Onde foi parar Cristo nas igrejas hoje em dia? Verdadeiros comerciantes a artistas da fé têm tentado misturar Deus e o mundo como quem tenta, inutilmente, misturar água e óleo. 
Todo homem de negócios sabe que os relativistas filosóficos deixam seu relativismo à porta quando vão ao banco e lêem a linguagem do contrato que estão para assinar. As pessoas não abraçam o relativismo porque ele é filosoficamente satisfatório. Elas o abraçam porque ele é física e emocionalmente satisfatório. Provê a cobertura que elas necessitam em momentos cruciais de sua vida, para fazerem o que querem sem a intromissão dos absolutos.
Isso é o que vemos nos principais sacerdotes e nos anciãos. Eles não se preocupavam com a verdade. Preocupavam-se com sua vida. Portanto, usaram as criadas da verdade dadas por Deus – o pensamento e a linguagem e prostituíram-nas como servas de autoproteção. Racionaram uma maneira de escapar e usaram a linguagem para evitar vergonha e ferimentos. Auto-engrandecimento é a raiz mais profunda do relativismo.
ESSES ATOS DESTROEM A ÉTICA CRISTÃ POIS FAZEM DO EVANGELHO UMA GANGORRA PARA ALAVANCAR SEUS PRÓPRIOS CAPRICHOS,SEJAM ELES PROFISSIONAIS,ETS...
--TEMOS QUE LEVAR O EVANGELHO DO JEITO QUE ELE É,OS ANTIGOS SACERDOTES CONHECIAM A PALAVRA MAS USAVA PARA SEU BENEFICIO PRÓPRIO;JESUS FOI O MAIOR COMBATENTE DO RELATIVISMO...
GRAÇA E PAZ.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

CONJECTURANDO,DEUS-HOMEM!!!DEUS-SOBERANO!!!NOSSA MENTE É LIMITADA...

Às vezes... acho que só às vezes, confundimos o Amor de Deus (que é o próprio Deus, assim como a Justiça, a Verdade etc) com o "amor" humano.

O homem para amar, necessariamente precisaria ceder (o que nem sempre acontece no amor humano). Deus, também demonstrou isso, quando esmagou Jesus na Cruz. O cálice que Jesus bebeu (e nenhum de nós seria capaz de provar), mostrou o Seu Grande Amor... revelado na Cruz, vergonhosa cruz onde hoje nos gloriamos.

Mas Deus não cede. Deus não muda os seus desígnios pelo homem. Deus não mudou Sua natureza pelo homem. Ele é e sempre será. Ainda como homem ele era Deus... por isso mesmo não pecou. Ele podia o que nenhum homem pode.

Adjetivar Deus de déspota, não é nenhum equívoco, embora o termo esteja ultrapassado na sociedade ocidental. Assim como ser escravo... é odiento chamar alguém de escravo, mas é assim que Paulo se descreve.. e para a escravidão à Verdade que ele convida as igrejas em suas cartas.(embora sejamos escravos livres) ou servos.

Existe uma aversão natural no homem de não aceitar que Deus se Ira, por exemplo. Então deveríamos suprimir os primeiros capítulos de Romanos... o livro de Apocalipse?

Por este mesmo motivo, atrás desse Deus que se "arrepende", que os pastores da teologia liberal extinguiram o inferno. E o céu... bem, ele pode ser aqui na terra... bem semelhante a teologia da prosperidade... bem semelhante.

Deus não é homem para sentir como homem. Mas Ele é conhecedor de nossa estrutura. O problema dessa teologia não é dizer que "Deus é Amor" (de fato ele é) é dizer que Deus ama como nós humanos amamos...
-FALANDO FRANCAMENTE,NOSSA MENTE É MUITO LIMITADA PARA TENTAR ENTENDER POR COMPLETO UM DEUS INFINITAMENTE SUPERIOR,POR ISSO USAMOS NOSSA FÉ...
graça e paz.